domingo, 29 de novembro de 2009

A mulher recebe o amante em casa, enquanto o marido trabalha. Seu filho de nove anos chega da escola mais cedo, vê os dois juntos e se esconde no armário do quarto para espiar. O marido também volta para
casa inesperadamente e a mulher resolve esconder o amante no armário, sem perceber que o filho já estava lá.

O menininho diz: "Tá escuro aqui."
O amante responde: "É! Tá mesmo."
Menino: "Eu tenho uma bola de beisebol."
Amante: "Legal!"
Menino: "Quer comprar?"
Amante: "Não, obrigado."
Menino: "Meu pai tá lá fora."
Amante: "Ok, quanto?"
Menino: "Duzentos reais..."

Algumas semanas depois, lá estão o garoto e o amante presos no armário novamente.

Menino: "Tá escuro aqui."
Amante: "É! Tá mesmo."
Menino: "Eu tenho uma luva de beisebol."
Amante: "Quanto é?"
Menino: "Setecentos reais..."
Amante: "Feito!"

Dias depois, o pai diz ao garoto: "Pegue a sua luva e a sua bola de beisebol, vamos lá no quintal para eu ensinar como se joga."
O menino responde: "Não posso, vendi a luva e a bola."
O pai pergunta: "Por quanto você vendeu?"
Menino: "Novecentos reais, responde o menino."

O pai, horrorizado, diz ao menino que isso não se faz, cobrar tanto de seus amiguinhos por coisas que custam barato, e leva o filho à igreja para que confesse para o padre. Chegando lá, o pai leva o menino ao confessionário e fecha a porta.

O menino diz: "Tá escuro aqui."
O padre responde: "Nem vem! Eu não vou comprar mais porra nenhuma!"

sábado, 14 de novembro de 2009

Um absorvente na vida de um homem.

Passei por duras provas para conseguir meu diploma na escola da vida. Mas para entender as mulheres é preciso um estágio. Nesse quesito, eu sou um entusiasta da filosofia gelol: "Não basta ter pau, tem que participar !!!" Por isso, aceitei o desafio de passar um dia com um modess na cueca. A primeira menção do assunto modess me causa uma vontade de gargalhar irracional. Pois eu resolvi que já era hora de encarar esse trauma de forma mais íntima. O primeiro passo foi comprar a pequena fralda na farmácia. Isso foi fácil. Na verdade, foi até divertido. Fiquei torcendo pra mulher do caixa perguntar, e eu responder de forma bem "casual": "É pra sua namorada??? "Não. É pra mim!!!" Só que ninguém nem tchuns, o que prova que as meninas ficam constrangidas à toa. Na verdade, menstruar é uma parada normal. Acontece nas melhores famílias. Comprei um não-sei-o-que "mini". Não ligo pra grifes, ainda mais de modess.Mas nesse caso, o que importava era o tamanho. E era mini. Porque, se é pra eu fazer esse papel de usuário de absorventes, pelo menos que eu não passe por arrombado. E a diferença de bitola entre o mini e o super é significativa, o que me fez pensar sobre como algumas mulheres são maiores que as outras... bom. Comprei também um tablete Valda pra dar uma dechavada básica e fui pra casa realizar o sacrifício que me tornaria um membro da classe masculina mais compreensiva com o sexo oposto. Chegando em casa, fui tentar abrir o pacote.Impulsivo por natureza, o homem não se dá ao trabalho de procurar linhas pontilhadas e, assim sendo, comecei abrindo errado. A abertura na horizontal tem um porquê, se adapta melhor à bolsa e deixa o absorvente mais à mão no caso de uma enxurrada inesperada. Mas eu ignorei, pois não uso bolsa. Ao retirar a peça do invólucro, você tem que descolar uma abinha para grudar na roupa íntima. Se a menstruação em si não lhe deixar "incomodada", essa almofada intrusa no seu chakra genital com certeza vai. Calculei que o centro do modess ficasse na altura da "terra de ninguém", de forma que ele não invadisse o território peniano. O saco reclamou um pouco, já que não se tratava de uma cueca duplex com teto solar. Um pouco de paciência e um pequeno remanejamento espacial e tudo estava resolvido. A primeira coisa que se pensa ao compor o modelão usando absorventes externos é: "Será que está marcando?". Por isso é essencial que você faça tudo com a companhia de um aliado. Assim, você vai poder contar com um correspondente nos países baixos, que vai lhe avisar caso o modess cisme em querer se destacar na sua bunda. Ao sair de casa, fingi que não tinha um objeto parasitário ultrajando a minha intimidade. Mas parece que está piscando um outdoor na sua testa avisando "estou de chico". E eu nem tava !!! Que absurdo... Até encontrar seu aliado(a), é sempre bom dar uma conferida nos reflexos que você encontrar pelo caminho, como espelhos e vitrines pra ver se está marcando. Foda-se a queda na bolsa de Tóquio ou a reforma ministerial. O que importa é que ninguém perceba que você está naqueles dias. E a preocupação é uma constante. Não dá pra esquecer que seu fundilho está acolchoado. Ao final de minha jornada, foi um alívio tirar o cuecão e zunir o modess no lixo. Claro que eu tive o cuidado de dobrá-lo e escondê-lo no canto do lixo, antes, envolvendo com muito papel higiênico para que ninguém se deparasse com aquele objeto indesejável depois do almoço. Daí eu entendi por que às vezes tem um montinho de papel enrolado num canto da cestinha do banheiro. Iuch!Se eu tivesse que usar isso a cada ciclo, ia ter uma crise pré-menstrual que ia durar uns trinta dias por mês. E as mulheres nem ganham adicional por insalubridade.

VOCÊS SÃO HEROÍNAS... AMO, ADORO VOCÊS, MULHERES MARAVILHOSAS! Agora dá para entender um "pouco" essa tal de TPM!!!!! Aprendi a ser MAIS compreensivo... com vocês. Sintam-se todas acariciadas por mim nestes períodos...

- Luís Fernando Verissimo


obs: katy aqui :D

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Teste de Fidelidade.

Eu era feliz... A minha namorada e eu estávamos juntos há mais de um ano, por isso decidimos casar. Só havia uma coisa que me chateava, era a irmã mais nova dela. A minha futura cunhada tinha 18 aninhos, usava minissaias e grandes decotes... Tinha a mania de vir se abaixar bem perto de mim, e tive muitas vezes visões agradáveis da sua roupa interior. Um dia ligou-me e convidou-me pra ir ver os convites do meu casamento. E lá, disse-me que em breve eu estaria casado, e que ela tinha sentimentos e desejos por mim que não conseguia e nem queria esquecer. Ela queria fazer amor comigo somente uma vez antes de eu me casar. Eu fiquei em total choque e nem consegui dizer uma palavra. Ela disse:"Vou lá pra cima para o meu quarto, se quiseres, só tens de subir eapanhar-me... "Fiquei atônito. Estava congelado enquanto a observava subir as escadas. Quando ela chegou ao topo da escada, puxou a calcinha e atirou-a pela escada para mim. Eu fiquei lá por um momento, então virei-me e fui direto para a porta da frente. Abri a porta e saí da casa. Caminhei em direção ao meu carro. O meu futuro sogro estava lá fora. Com lágrimas nos olhos abraçou-me e disse:"Estamos muito contentes que tenhas conseguido passar no nosso pequeno teste! Não podíamos pedir um melhor homem pra nossa filha, bem-vindo à família!".

Moral da história:"Guarde sempre os preservativos no carro"

Desabafo de um gordo.

Quando me casei pela primeira vez há uns bons 25 anos atrás, minha primeira mulher me achava um tesão, descasei depois de 21 anos e me juntei com outra mulher e essa já me achava um tesão ... ! Daí estive refletindo e há certas coisas que me incomodam... Algumas ocasiões são realmente muito desagradáveis na vida de um gordo. Ir a um motel, com toda certeza, é uma delas. Tudo em um motel parece que foi projetado minuciosamente para sacanear com a cara dos obesos. Reparem só. Na grande maioria desses estabelecimentos é preciso subir uma escadaria para chegar ao quarto. Isso não se faz. Ou o gordo trepa ou sobe escada. As duas coisas no mesmo dia são impraticáveis. O gordo chega tão esgotado no quarto que parece até que já deu duas no caminho. A parceira, então, propõe uma hidromassagem para relaxar. O que, na verdade, quer dizer: "Por que você não vai tomar banho, seu gordo sebento?". Já na banheira, o gordo percebe que nem a água quer ficar com ele. Metade cai fora, preferindo manter uma relação mais íntima com o chão do banheiro. Dá um friozinho na barriga. Até porque parte da barriga, como um iceberg, fica pra fora da espuma. Mas é na saída do banho que a situação fica ainda mais ridícula. Chega o fatídico momento de colocar o roupão. É triste. Com algum esforço, o cinto até fecha, mas o roupão não. Fica aquele decote tipo Luma, que dá pra ver até o umbigo. Só que no lugar da Luma está o Silvio Lach, saca? É constrangedor. Quando o gordo finalmente chega no quarto, a situação consegue ficar ainda pior. Se um elefante incomoda muita gente, dez elefantes de roupão refletidos nos espelhos incomodam muito mais. Para que tanto espelho? Se o próprio gordo já fica mal, imagina a parceira cercada pela manada? Se eu fosse ela, não dava mais de comer aos animais. Mas de todos os espelhos o mais cruel, sem dúvida, é o do teto. A vista é estarrecedora. Dá até para entender por que a maioria das mulheres transa com os olhos fechados. Acho que a única utilidade de tantos espelhos é prá gente conseguir ver o pinto que a barriga não deixa a gente ver há muitos anos. Já faço até xixi no piloto automático. Eu, como sou um gordo experiente, uso uma tática infalível: ligo o ar-condicionado no máximo para forçar o uso do lençol.
Afinal, o que os olhos não vêem.... "

domingo, 8 de novembro de 2009

Eu não acho necessario comentar!

;* Mah